Ativistas dos direitos humanos reclamam da lentidão e da falta de recursos para a identificação dos corpos encontrados na vala de Perus, zona norte de São Paulo.
A situação é vivida por centenas de familiares de desaparecidos durante o regime militar. A resposta para essa espera pode estar no Cemitério Dom Bosco, na zona norte de São Paulo, onde foi localizada a chamada vala de Perus, em 1990.
Ela foi utilizada para o sepultamento de indigentes, vítimas de esquadrões da morte e presos políticos. Ao todo, são 1.049 ossadas. Dessas, pelo menos 42 podem ser de militantes executados durante a ditadura.
No local, foi erguido um memorial em 1993, durante a gestão de Luiza Erundina como prefeita de São Paulo.
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